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Veterano da 2ª Guerra, britânico de 105 anos ainda trabalha como médico, e conta seu segredo

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O médico britânico William Frankland lutou na Segunda Guerra Mundial, foi prisioneiro de guerra no Japão, consultou Saddam Hussein, inventou a contagem de pólen e continua trabalhando aos 105 anos.

O segredo para sua longevidade, segundo ele, é a série de exercícios que faz todas as manhãs por cerca de uma hora. Além, é claro, de um pouco de sorte.

“Muitas pessoas me perguntam como estou vivo há tanto tempo”, disse ele ao jornal “The Daily Mail”. “Eu estive perto da morte em vários momentos, mas por algum motivo eu sobrevivi.”

William Frankland comemorou seu aniversário em março e acabou de ter um artigo publicado em uma revista de Medicina – sua quarta publicação desde que se tornou um centenário.

Frankland chegou a ser assistente do cientista Alexander Fleming, que inventou a penicilina em 1928. Mas ele também é conhecido por outra descoberta: ele foi o primeiro a comprovar, em 1954, que os sintomas de asma e febre poderiam ser diminuídos com injeções de uma proteína presente no pólen.

Sua descoberta levou à contagem do pólen, ou seja, a medida de quanto pólen há no ar, que ainda é usada por meteorologistas hoje.

Entre as histórias fantásticas de Frankland também há uma consulta a Saddam Hussein, então líder do Iraque, em 1979.

A consulta era para tratar a asma de Hussein. Mas depois de fazer exames, Frankland disse a Saddam que ele não tinha asma e que seu problema era fumar 40 cigarros por dia.

“Eu disse que ele deveria parar de fumar e que, se não parasse, não iria consultá-lo novamente. Acho que ninguém havia falado assim com ele antes”, disse o médico ao jornal The Telegraph.

“Depois eu ouvi dizer que ele teve uma discussão sobre saúde com seu secretário de Estado e que o matou por isso. Talvez eu tenha tido sorte”.

Outro episódio de sorte foi sobreviver ao campo de prisioneiros Changi POW depois que os ingleses perderam a batalha de Cingapura para os japoneses na Segunda Guerra Mundial. Frankland sobreviveu à invasão, mas diz ter passado por “três anos e meio no inferno” na ilha de Blakang Mati (hoje chamada de Sentosa).

 

Fonte; Uol.com

 

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