A USP (Universidade de São Paulo) está entre as melhores universidades do mundo em 40 das 48 áreas específicas avaliadas no QS World University Ranking by Subject, divulgado terça-feira (3).

Desse total, 11 áreas específicas foram classificadas entre as 50 melhores: Odontologia (18ª posição); Engenharia de Minérios e Minas (33ª); Línguas Modernas (42ª); Ciências do Esporte (42ª); Arquitetura (43ª); Engenharia Civil e de Estruturas (46ª); Geografia (47ª); Direito (47ª); Ciência Veterinária (48ª); Agricultura e Silvicultura (49ª); e Anatomia e Fisiologia (49ª). Em 20 áreas específicas a USP ficou entre a 51ª e a 100ª posição; em sete áreas, entre as 150 melhores; e, em duas áreas, entre as 200 melhores. As áreas específicas são agrupadas em cinco grandes áreas e a USP está entre as 100 melhores na classificação geral de todas essas áreas: Ciências Sociais e Administração (57ª), Ciências da Vida e Medicina (70ª), Artes e Humanidades (78ª), Ciências Naturais (78ª) e Engenharia e Tecnologia (81ª).

Publicado desde 2011 pela Quacquarelli Symonds, organização britânica de pesquisa especializada em instituições de ensino superior, o ranking avaliou as universidades de acordo com quatro indicadores (reputação acadêmica, reputação entre empregadores, citações científicas e índice H), adaptados de acordo com área específica. O Instituto de Tecnologia de Massachusetts, MIT, lidera o ranking, com 12 cursos em primeiro lugar, e a Universidade de Harvard ocupa a segunda posição, com 11. E como se não bastasse, cinco professores da USP estão entre os mais influentes do mundo, segundo a consultoria britânica Clarivate Analytics. São eles:  André Russowsky Brunoni e Renata Bertazzi Levy, da Faculdade de Medicina; Houtan Noushmehr, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto; Paulo Eduardo Artaxo Netto, do Instituto de Física; e Carlos Augusto Monteiro, da Faculdade de Saúde Pública.